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ARTIGOS

27/06/2026

Imitação de Cristo

Imagem/Arquivo Pessoal
Detalhes Notícia

O livro Imitação de Cristo, de Tomás de Kempis, é um clássico da espiritualidade cristã, considerado como a obra mais lida do catolicismo depois da Bíblia Sagrada. O autor foi monge agostiniano entre os séculos XIV e XV, e por séculos sua obra era lida por santos, papas e religiosos em geral. Esse livro é considerado um guia espiritual para os cristãos. A obra leva o leitor a focar a vida interior, buscar a humildade e o desapego das coisas terrenas. Extraí desse importante livro algumas frases que nos leva à essa reflexão: “Na verdade, não são palavras sublimes que fazem o homem santo e justo; é vida virtuosa que o torna agradável a Deus; “Se te parece que sabes e entendes bem muitas coisas, lembra-te que é muito mais o que ignoras”; “Não há melhor e mais útil estudo que conhecer-se perfeitamente e desprezar-se a si mesmo”; “Se queres tirar proveito, lê com humildade, simplicidade e fé, sem aspirares à reputação de sábio”; “Não te desvaneças com a robustez ou formosura de teu corpo, que com pequena enfermidade se quebranta e desfigura”; “De contínua paz goza o humilde; no coração do soberbo, porém, reinam o ciúme e a irritação”; “Quando for permitido ou conveniente falar, fala de coisas edificantes”; “Custoso é deixar nossos costumes; mais custoso, porém, contrariar a própria vontade”; “Ignoramos muitas vezes o que valemos e a tentação faz-nos ver o que somos”; “Muito faz quem faz o bem no que faz”; “Queremos que os outros sejam corrigidos com rigor e nós não queremos ser repreendidos”; “Procura tempo oportuno para cuidar de ti e relembra amiúde os benefícios de Deus”; “O homem justo sempre acha bastante matéria para afligir-se e chorar”; “Não julgues ter feito progresso algum, enquanto te não reconheças inferior a todos”; “Primeiro conserva-te em paz e depois poderás pacificar os outros”; “Suporta os outros, se queres que te suportem a ti”; “A simplicidade há de estar na intenção, e a pureza, no afeto”; “Não podemos confiar muito em nós, porque frequentemente nos faltam a graça e o critério”; “Ninguém é mais poderoso, ninguém mais livre que aquele que sabe deixar-se a si e a todos as coisas e colocar-se no último lugar”. Leia!

(*) Adelmo Pinho é promotor de Justiça do Tribunal do Júri em Araçatuba/SP. Este articulista escreve periodicamente para o jornal DIÁRIO DE PENÁPOLIS. E-mail: adelmopinho@terra.com.br

Adelmo Pinho (*)



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