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CIDADE & REGIÃO

05/09/2018

Segurança: Membros do Conseg discutem sobre suicídios e crimes

Imagem/Rafael Machi
Detalhes Not�cia
Membros do Conseg discutiram o índice criminal na cidade e festas irregulares

DA REPORTAGEM

Os membros do Conselho Comunitário de Segurança (conseg) de Penápolis voltaram a se reunir na manhã desta terça-feira (04) na sede do Sincomério. Na oportunidade participaram do encontro representantes das Polícias Civil, Militar, Ambiental e Rodoviária. Participaram ainda representantes do Corpo de Bombeiros, Ministério Público, do Conselho Tutelar, Serviço de Obras Sociais, Secretaria de Assistência Social, além do próprio Sincomércio e outros representantes da sociedade civil. 
Entre os principais assuntos discutidos durante o encontro está o Setembro Amarelo e as ações em combate ao suicídio. Na oportunidade, a Polícia Civil explanou sobre a questão dos casos de homicídios e tentativas registradas na cidade nos últimos meses. Preocupados com a situação, os membros do Conselho passaram a discutir as ações realizadas sobre o assunto, como palestras e outras orientações. Além disso, eles sugeriram algumas atividades que podem ser feitas para alertar sobre o tema. Na oportunidade, a própria Secretária Municipal de Assistência Social de Penápolis esclareceu que ações estão sendo organizadas pelo Poder Público para alertar a população sobre o suicídio. Elas devem acontecer nas próximas semanas. 
Ainda dentro do Setembro Amarelo, o Conselho lembrou das ações que estão sendo feitas na cidade para a criação de grupos que prestam assistência para pessoas com depressão e outros problemas que acabam culminando no suicídio, como o Centro de Valorização da Vida. 
Segundo o Presidente do Conselho, João dos Santos, o Jaó, é preciso o apoio da comunidade e também a participação de outros grupos sociais para que projetos como estes cresçam em Penápolis. “Não somente o CVV, mas temos a informação de outros grupos sociais que estão sendo criados, principalmente por conta do grande índice de suicídios que estamos registrando. A participação da comunidade é sempre muito importante e o apoio de voluntários em grupos assim é fundamental para seu bom funcionamento. Falar de suicídio é valorizar a vida das pessoas”, afirmou o presidente.  

Índices criminais
Ainda dentro do encontro, os membros do Conselho voltaram a falar sobre as estatísticas criminais referentes ao município. O capitão comandante da Polícia Militar de Penápolis, Luiz Antônio Flauzino, falou sobre os baixos índices criminais em Penápolis, que, pelo terceiro ano consecutivo, vem conseguindo bons resultados.
Segundo ele, a união entre as Polícias Civil e Militar, com os demais órgãos ligados a segurança e a comunidade foi um dos fatores que mais contribuíram para esta redução. “A aproximação da Polícia Militar com a comunidade foi um dos fatores mais influentes. A parceria feita ainda com outros órgãos, como o Ministério Público e Poder Judiciário foi fundamental no combate à criminalidade, fazendo com que estes números tivessem efetiva redução e que Penápolis obtivesse estes bons resultados”, comentou.
Flauzino destacou ainda a parceria com a imprensa. “Esta foi outra parceria que nos ajudou muito. Sempre tivemos a imprensa ao nosso lado, nos ajudando na divulgação de dicas de segurança e outros materiais que ajudaram na conscientização das pessoas sobre a importância da prevenção”, acrescentou.
Apesar da redução deste tipo de crime, o capitão ressaltou que o combate ao tráfico de drogas é feito diariamente em Penápolis. Para ele, o combate ao tráfico se deve muito à parceria com a comunidade. “O número de denúncias tem crescido muito, o que nos ajuda no combate ao tráfico e consequentemente no combate a outros crimes, que são abertos através desta prática”, acrescentou.
Outra preocupação do Conselho são as festas promovidas na cidade de forma irregular ou que acabam gerando incômodos para vizinhos e outras pessoas. Um dos pontos levantados pelo Conselho foram as chamadas “festas universitárias”, onde existe o consumo aberto de bebidas alcoólicas e, muitas vezes, até mesmo o consumo de drogas. As festas “sociais” também foram discutidas pelo grupo. Este tipo de festa acontece em locais particulares, com cobrança de ingresso, mas com entrada restrita de pessoas. Nesse caso os convidados levam as próprias bebidas alcoólicas. O problema é que, além de não ter alvará, não existe o controle de bebidas para menores de idade, que frequentam o ambiente livremente.
Todos os assuntos discutidos durante o encontro do Conseg são colocados em ata e levados aos órgãos competentes na área da segurança e da assistência social de Penápolis.

(Rafael Machi)

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