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CIDADE & REGIÃO

11/05/2019

Síndrome Mão-Pé-Boca: Vigilância alerta para cuidados para evitar contaminação

Pais e responsáveis devem ficar atentos aos cuidados com a higiene pessoal e do ambiente para evitar a contaminação das crianças pela doença mão, pé e boca. Cidades da região já registram casos da doença, por isso o Serviço de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde reforça as orientações preventivas.
A doença mão, pé e boca é uma infecção viral que afeta principalmente crianças. A transmissão pode ocorrer por contato próximo com pessoa infectada, pelo ar ao espirrar, tossir ou falar, pelo contato com fezes e superfícies ou objetos contaminados. Portanto, a higiene pessoal e do ambiente são fundamentais para a prevenção.
Segundo o enfermeiro da Vigilância Epidemiológica, Alexandre Pereira Almeida, não há vacina para prevenir a doença. “Não há um tratamento específico para o vírus, somente o tratamento dos sintomas. Os pais devem ficar atentos, pois ao aparecimento dos sintomas, é necessário procurar atendimento médico”, destacou.
Quando diagnosticada a doença mão, pé e boca, é necessário afastamento da unidade escolar por um período de 07 a 10 dias.  “Este é o período de maior transmissão do vírus, portanto, é necessário que a criança não frequente a escola durante esses dias para evitar a contaminação de outros alunos”, enfatizou o enfermeiro.

Educação
Mesmo com todas as medidas de higiene já adotadas nas escolas e creches municipais de Penápolis, a Secretaria Municipal de Educação do município reforçou a orientações sobre a limpeza no dia a dia escolar. Segundo a secretária de Educação, Neide Ferlin Assami, os cuidados são constantes nas unidades do município.
“As equipes estão atentas aos cuidados com a higiene e a limpeza, para evitar riscos aos alunos. Recomendamos uma atenção especial dos pais, reforçando a prevenção em casa. Caso notem problemas de saúde nas crianças é fundamental levar para uma avaliação médica o quanto antes, evitando que a virose se espalhe para outros alunos”, comentou.

Doença
A síndrome Mão-Pé-Boca (SMPB) é uma infecção causada por vírus, contagiosa e muito comum em crianças. Ela se manifesta por pequenas feridas na boca e irritação/vermelhidão na pele das mãos e nos pés.
Na maioria das vezes há risco de desidratação, já que a dor de garganta pode fazer com que a criança pare de aceitar alimentos e líquidos. A SMPB ocorre frequentemente nas crianças com menos de cinco anos, mas pode, eventualmente, acometer também os adultos.
Os vírus podem ser transmitidos por contato com secreções das vias respiratórias, secreções das feridas das mãos ou dos pés e pelo contato com fezes dos pacientes infectados. Por isso é importante se precaver em situações como beijos, ingestão de água e alimentos compartilhados com alguém infectado, aperto de mão em alguém contaminado, contato com brinquedos ou objetos que possam ter sido contaminados por mãos sujas e troca de fraldas de crianças contaminadas, entre outras.

Sintomas
Os primeiros sintomas a surgirem costumam ser dor de garganta e febre, por volta dos 38ºC. Também há mal-estar e perda do apetite. Num primeiro momento a doença é muito parecida com qualquer quadro de virose comum, sendo impossível o seu diagnóstico clínico nesta fase. 
Um ou dois dias após os primeiros sintomas, começam a surgir lesões características que dão o nome à doença mão-pé-boca. As lesões da boca começam como pontos avermelhados, que se transformam em pequenas bolhas e posteriormente em ferimentos semelhantes às aftas comuns. Surgem na língua e nas partes internas dos lábios e bochechas. O “céu da boca” também pode ser afetado.
Um ou dois dias após o surgimento das lesões da boca começam também a aparecer lesões nas palmas das mãos e nas solas dos pés. A ferida inicia-se como pequenas bolhas e podem se romper, liberando um líquido contagioso. Nádegas, coxas, braços, tronco e rosto também podem apresentar algumas lesões.

Secom – PMP

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