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CIDADE & REGIÃO

05/07/2007

Região terá Ambulatório Médico de Especialidades

A área de assistência à saúde no Estado de São Paulo teve expressivo reforço nos últimos nove anos, por meio da entrega de 19 novos hospitais estaduais (cerca de 4.300 leitos), além de reforma e ampliação de unidades já existentes, incluindo Unidades Básicas de Saúde, hospitais municipais e filantrópicos prestadores de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na atual gestão um dos compromissos firmados desde o princípio era de ampliar o acesso da população a consultas e exames. Nesse sentido, dois grandes mutirões estaduais de saúde foram realizados no primeiro semestre: um deles, geral, em várias especialidades, e o outro específico para diagnóstico de câncer de mama, visando diminuir filas e estimular a prevenção. Para o segundo semestre estão programados outros dois mutirões: o do coração para avaliar o risco cardíaco e o de mamografia para prevenção do câncer mamário.

Mas há outro projeto, ambicioso, que começa a ser colocado em prática. São os Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), que até 2010 serão implantados em todas as regiões do Estado, inclusive na de Penápolis. Trata-se de um modelo inovador de atendimento, cujo objetivo é encurtar ou eliminar a espera dos usuários, por consultas e exames e assim desafogar as unidades hospitalares, que poderão, então, priorizar casos mais complexos e graves, que necessitam de internação, cirurgias e atendimento especializado.

Os AMEs são ambulatórios de alta resolutividade, que disponibilizarão, sempre que possível no mesmo dia, consultas de diversas especialidades, previamente agendadas e exames complementares. Essas unidades serão dotadas de modernos equipamentos, oferecendo, por exemplo, exames como eletrocardiograma, eletroencefalograma, teste ergométrico, mamografia, raio-x, ultra-som, eletroneuromiografia e densitometria óssea.

Este modelo evita que o paciente, após passar pela consulta médica com o especialista, tenha de esperar e marcar seu exame em outro local, numa outra data, para depois retornar ao médico. Se for necessário, até mesmo o retorno poderá ser realizado no mesmo dia da primeira consulta no AME. Dessa forma, o paciente já sairá da unidade com seu diagnóstico e a prescrição do tratamento. O novo modelo já está implantado no ambulatório de mastologia do Hospital Perola Byington, na região central da capital, onde as mulheres com nódulos mamários são atendidas, realizam todos os exames complementares (mamografia, ultrassom, biopsia) e tem o seu diagnóstico realizado em única visita à unidade. Esta nova forma de atender eliminou a espera angustiante pelas consultas e exames e permitiu o diagnóstico mais precoce de câncer, aumentando em mais de 30% o número de mulheres que ficaram curadas com a cirurgia não necessitando fazer quimioterapia, nem radioterapia.

 

Quarenta

No total serão 40 AMEs no Estado. O primeiro foi inaugurado no último dia 18 de junho, em Itaquera, zona leste da capital.  A Secretaria investiu R$ 2 milhões para equipar e ampliar a unidade. Outros R$ 8 milhões por ano serão destinados ao custeio. No AME de Itaquera a expectativa é realizar até o fim deste ano 215 mil consultas, duas mil cirurgias, 350 seções de hemodinâmica (cateterismo, eco-cardiograma e doppler cardíaco), 32 mil seções de radioterapia, 700 seções de quimioterapia e 99 mil exames de apoio de diagnóstico. É um passo importante para ampliar a assistência médica da região, facilitando o acesso da população as consultas médicas com especialistas.

Dos 40 novos ambulatórios, 33 já têm regiões definidas. A localização dos outros sete ainda está em estudo. Os primeiros AMEs do interior e litoral serão instalados em Votuporanga, Caraguatatuba e Santos. No total serão investidos cerca de R$ 120 milhões pelo governo do Estado em obras e aquisição de equipamentos para implantação das unidades, além de R$ 250 milhões anuais para custeio do atendimento. Com este novo modelo de atendimento, além do constante aperfeiçoamento dos serviços hospitalares, esperamos estabelecer um padrão “poupatempo” na saúde pública de São Paulo, agilizando consultas e exames para o rápido diagnóstico e tratamento dos usuários do SUS. (Da Redação)

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