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CIDADE & REGIÃO

01/03/2018

Policiais recebem visita e orientações de comandante

Imagem/Rafael Machi
Detalhes Not�cia
Policiais de Penápolis e região estiveram reunidos com o comandante do CPI-10 de Araçatuba

DA REPORTAGEM

O responsável pelo Comando de Policiamento do Interior (CPI-10) de Araçatuba, Tenente Coronel Paulo Leite Motooka, esteve em Penápolis na tarde desta quarta-feira (28) para uma reunião com policiais da 2ª Companhia da Polícia Militar, que compõe sete municípios da comarca, além de Penápolis. O encontro, promovido na Câmara Municipal, reuniu mais de 60 policiais, que além de conhecer pessoalmente Motooka – que assumiu o comando em janeiro deste ano – puderam tomar diretrizes e saber um pouco mais sobre sua dinâmica de trabalho.
Na oportunidade, ele também conversou com a imprensa e falou sobre diversos assuntos ligados à Polícia Militar e o trabalho que vem sendo desenvolvido pelos policiais na cidade. O comandante elogiou o trabalho da PM de Penápolis ao ser questionado sobre os baixos índices de criminalidade. Para ele, o empenho e dedicação dos policiais é um fator determinante para estes resultados. “A área do CPI-10, de Araçatuba, conseguiu significante redução de crimes nos últimos anos, em especial Penápolis, que vem se destacando, ficando abaixo das metas estipuladas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Muito se deve ao trabalho feito pelos policiais militares que é feito de forma organizada e com muita dedicação de cada um deles”, destacou.
Motooka afirmou que Penápolis tem promovido parcerias muito importantes com a Polícia Militar, sendo uma delas a Atividade Delegada. Ele explicou que a atividade é muito importante e que representa mais segurança para a população. “A parceria entre a PM e o município faz com que o policial militar de folga possa atuar dentro do policiamento ostensivo, ganhando para isso. Quem também ganha é a população, que passa a ter mais policiamento nas ruas, seja trabalhando no combate á criminalidade ou na fiscalização do trânsito, outro assunto muito discutido na cidade”, revelou. 
Dentro deste trabalho de combate à criminalização, o comandante revelou também que existem planos para que câmeras de monitoramento sejam instaladas na cidade no futuro. Segundo ele, a ideia inicial é de que estas câmeras possam dar suporte para a fiscalização de trânsito, mas que este mesmo sistema pode oferecer um banco de dados para a PM para o policiamento. “Por exemplo, se a polícia recebe a informação de um veículo suspeito, nossos policiais têm condições de levantar informações dos locais que este passou através de um sistema inteligente que consegue fazer a leitura da placa. Este mesmo sistema permite a identificação de veículos furtados ou roubados que, por ventura, estejam circulando pela cidade”, disse. Entretanto, este é um projeto que está apenas em fase inicial de elaboração. 

Vandalismo e perturbação
O vandalismo que tem sido praticado em praças públicas e a perturbação que a aglomeração de jovens tem causado em determinadas regiões da cidade também foi comentada pelo comandante da Polícia Militar na região. Segundo ele, a polícia tem aumentado o trabalho de fiscalização na tentativa de identificar autores de atos de vandalismos em espaços públicos, como ocorreu no último fim de semana na praça do Mais Parque, que teve bancos pichados e quebrados. 
Ele ressaltou que o vandalismo é uma questão cultural e que, além do trabalho de fiscalização feito pela polícia, é importante que haja o restauro dos ambientes prejudicados. “Isso porque quando você tem um espaço que é alvo de vandalismo e o dano não é reparado, abrem-se portas para que as outras pessoas, ao ver aquela situação, também se sintam no direito de cometer mais atos de vandalismos. Quando o espaço é restaurado, ele passa a ser ocupado pela população de forma mais intensa, intimidando ações de vandalismo”, acrescentou. 
Já em relação às reclamações de perturbação que a aglomeração de jovens tem causado em determinadas áreas, Motooka afirmou que a ação de demais órgãos sociais também é fundamental para este combate. “A Polícia Militar tem o dever de fiscalizar, mas a presença e ação de órgãos sociais também é fundamental para o combate de determinadas práticas, cada um agindo dentro de suas atribuições”, afirmou. Ele acrescentou também que é um direito das pessoas se divertirem em espaços públicos, mas que é preciso organização de todos para que estes encontros de jovens sejam feitos de forma organizada. “Grandes aglomerações não podem ser feitas em qualquer local. É preciso que haja um espaço apropriado para isso, com equipes de segurança, câmeras de monitoramento e outras ações que dificultem o tráfico de drogas e outras ações ilícitas”, finalizou o comandante.

(Rafael Machi)

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