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CIDADE & REGIÃO

20/03/2007

Polícia não descarta agressão a pedreiro por vingança

O delegado Nivaldo Martins Coelho não descarta a possibilidade do pedreiro de 20 anos, morador de Guaiçara, que foi encontrado amarrado e amordaçado na manhã de sábado, em um hotel no centro da cidade, ter sido agredido por vingança. Além dos policiais penapolenses, a Polícia de Guaiçara também está participando das investigações, mas, para que os trabalhos não sejam prejudicados, o delegado preferiu não detalhar o que já foi apurado.

De concreto até ontem a tarde era a confirmação do roubo e das agressões por ele sofrida, além da forte suspeita de que o suspeito ofereceu bebida com sonífero ao pedreiro para concretizar o crime, no chamado golpe “boa noite Cinderela”.

“Ao que tudo indica, além do roubo ocorreu outra situação relacionada a crime passional que está sendo investigado”, afirmou o delegado Nivaldo. A informação que o pedreiro teria que ir para o Paraná também foi confirmada junto ao delegado de Guaiçara, que inclusive o levou para aquela cidade após a liberação pelos policiais penapolenses. “Tudo isto está sendo checado, mas, o que podemos afirmar até o momento é que o motivo de crime seria vingança relacionada por algum motivo passional”, destacou o delegado.

O pedreiro foi encontrado nu, amarrado e amordaçado no quarto do hotel na manhã de sábado por funcionários. Ao ser libertado ele apresentou a versão de que havia encontrado um desconhecido no Terminal Rodoviário, e este, ao saber que o viajante teria que pernoitar naquele local, à espera de um ônibus, ofereceu pouso no citado quarto. Lá o desconhecido teria oferecido um refrigerante, com o sonífero, que o fez dormir. Ao ser encontrado estava nu, totalmente amarrado com tiras de lençol, parcialmente amordaçado e com diversas lesões pelo corpo, algumas delas provocadas pelas amarras e outras por agressões de socos e chutes. Uma carta foi encontrada na calça do pedreiro, onde o agressor afirmava pertencer ao facção criminosa PCC e fazia ameaças contra os familiares do pedreiro caso não fosse depositado a quantia de R$ 2 mil em uma conta corrente. Os policiais apuraram que realmente ocorreram as ameaças, mas a família não depositou a quantia exigida. (SRF)

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