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CIDADE & REGIÃO

06/09/2017

Penápolis 2015/16: Pesquisa aponta crescimento da mortalidade infantil

DA REPORTAGEM

A Fundação Sistema Estadual de Análises de Dados (Seade) de São Paulo divulgou nesta semana pesquisa indicativa sobre a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) em todo o Estado referente ao ano de 2016. Em Penápolis, a pesquisa revelou que houve um aumento na TMI no ano passado em comparação ao ano de 2015. A pesquisa feita pelo Seade é com base nos dados dos Cartórios de Registro Civil de todos os municípios paulistas, o que possibilita o levantamento dos dados. 
Em Penápolis, a taxa de mortalidade infantil subiu de 8,6 em 2015 para 10,3 em 2016 para cada mil nascidos vivos. Apesar do aumento registrado de um ano para o outro na cidade, o levantamento feito pelo Seade apontou ainda que estes números estão abaixo dos que haviam sido registrados nos últimos cinco anos. Em 2012 a TMI em Penápolis era de 13,5, no ano de 2013, esta taxa aumentou para 14,8, sendo a mais alta nestes últimos anos. Já em 2014, houve pequena diminuição, chegando a 14,5 para cada mil nascidos vivos, enquanto que em 2015 a TMI de 8,6 foi a mais baixa registrada no município neste período. 
Na média entre os anos de 2012 e 2016, a taxa de mortalidade infantil em Penápolis foi de 12,3, ficando acima da média em todo o Estado de São Paulo, que foi de 11,2 para o mesmo período. Isso se dá porque entre os anos de 2012 e 2014, a cidade teve média acima do registrado no Estado. Entre 2015 e 2016, as médias municipais permaneceram abaixo das estaduais.  
A reportagem do DIÁRIO DE PENÁPOLIS entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde com questionamentos a respeito dos dados do Seade, entretanto, a Secretaria de Comunicação afirmou que as respostas não poderiam ser enviadas até o fechamento desta edição por conta de compromissos assumidos pelos responsáveis da pasta. 

Estado
Em 2016, a TMI no Estado correspondeu 10,9 óbitos por mil nascidos vivos. Em relação a 2010, quando a mortalidade infantil chegava a 11,9 por mil, houve queda de 8,3%. A magnitude dessa redução pode ser constatada ao se considerar que, nesse período, o número de nascidos vivos permaneceu praticamente constante, em torno de 600 mil, enquanto os óbitos de menores de um ano diminuíram mais de 8%. Em 2015, a TMI foi de 10,7 óbitos por mil nascidos vivos. 
De acordo com o estudo, duas em cada três mortes infantis ocorreram no período neonatal (até 28 dias de vida), proporção que se mantém praticamente inalterada nos últimos anos. Entre 2010 e 2016, a redução da mortalidade pós-neonatal (mais de 29 dias até um ano de idade) foi ligeiramente mais acentuada (9,2%) do que a neonatal (6,8%), mas praticamente dois terços da queda da mortalidade infantil deveram-se à redução do risco neonatal. 
A taxa de mortalidade infantil, que relaciona as mortes ocorridas entre crianças menores de um ano com o número de nascidos vivos em determinado momento do tempo, é um dos indicadores mais utilizados para aferir as condições de vida da população, em especial aquelas relacionadas à saúde. 

(Rafael Machi – Com informações Seade)

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