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CIDADE & REGIÃO

01/09/2007

Oleiro é preso acusado de abusar de menina de seis anos

Policiais civis de Barbosa prenderam no final da tarde de quinta-feira, sob acusação de crime de atentado violento ao pudor, o oleiro E.F.M, 32, morador de uma olaria próxima ao citado município. Segundo o delegado Nivaldo Martins Coelho, o fato ocorreu por volta das 15h30 em um canavial próximo à olaria e teria sido favorecido pelo fato da criança e o acusado serem primos, o que proporcionou a aproximação. No citado horário, a família tinha em sua casa alguns familiares de outro município, sendo que entre eles estava um deficiente mental. Pelo fato desta pessoa estar muito agitada, surgiu a idéia para que o acusado desse algumas voltas de carro, com a intenção de distraí-lo. Ao sair para o passeio, as duas primas, uma de quatro e outra de seis anos, foram junto. Ao chegarem ao canavial, E. teria convidado a criança maior para pegar uma cana, enquanto que o deficiente e a criança menor ficaram no veículo. E. teria retirado o short e a calcinha da criança e, após colocar o boné que usava no rosto da criança, com o dedo passou a manipular sua vagina. Assustada, a menina reagiu e correu. Já próxima a uma porteira, confidenciou o que havia ocorrido para a prima de quatro anos. Esta, por sua vez, ao chegar em casa, contou para a família. A mãe da menina, ao verificar, constatou que a calcinha estava vestida na menina do lado avesso, comprovando a informação. O Conselho Tutelar foi comunicado, bem como os policiais da cidade, que prenderam o acusado em flagrante.

 

Versão

Ao ser interrogado, E. confessou a atitude e alegou que havia passado a mão sobre o órgão sexual da criança, mas não introduzido o dedo. O delegado revelou que o oleiro já havia praticado atos semelhantes em outras crianças da família, conforme foi apurado durante as investigações. A esposa de E. contou à polícia que, há cerca de 10 anos, flagrou o acusado passando seu órgão sexual no de uma criança da família, que havia sido colocada em pé sobre o vaso sanitário. Na época, a criança tinha cerca de quatro anos, mas o ato não foi comunicado à polícia. "Este é um forte indício de que a criança vítima deste caso recente esteja falando a verdade, até porque em casos como este temos a palavra da vítima como principal indício, já que geralmente ocorrem sem testemunhas oculares", disse Nivaldo.

O delegado autuou E. por crime de atentado violento ao pudor e, por ser hediondo, caso condenado pode cumprir pena de 6 a 10 anos. (SRF)

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