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CIDADE & REGIÃO

05/05/2013

Número de veículos continua crescendo em Penápolis

Rafael Machi
Detalhes Not�cia
O número de automóveis e motocicletas são os maiores entre o total de veículos em Penápolis

DA REPORTAGEM

 

Com as facilidades disponibilizadas pelo Governo Federal, no último ano para financiamento, muitas pessoas tiveram a oportunidade de adquirir carro novo. A redução dos impostos e taxas de juros incentivou os penapolenses a comprar um carro zero. Com o aumento nas vendas consequentemente o número de veículos circulando pelas ruas e avenidas da cidade também aumentou. Estatística do Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) revelou que em 2011 Penápolis possuía quase 37 mil veículos. Em 2012, este número cresceu consideravelmente, atingindo a casa dos 40 mil veículos registrados no município. Deste total, 18,8 mil são automóveis. No ano anterior era de 17,4 mil, uma diferença de 1,2 mil veículos a mais em um ano. Outra estatística que chama atenção é com relação ao número de motocicletas, que tem crescido nos últimos dois anos. Em 2011 o total de motos registradas na cidade era de 13,2 mil, no ano seguinte aumentou para 14,2 mil. Quase três motos foram vendidas por dia em Penápolis no período de um ano. Segundo o Seade, Penápolis possuía em 2012, 252 ônibus e 1,5 mil caminhões no mesmo período. Os dados revelam que a cidade possui um veículo para 1,49 habitantes. A expectativa é que a cidade atinja o número de um veículo, para cada habitante em 2017.

 

Acidentes

Com o aumento da quantidade de veículos nas ruas, cresce também o risco de acidentes. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, somente no ano passado 14 pessoas morreram em Penápolis vítimas de acidente de trânsito. O número de pessoas feridas em acidentes envolvendo veículos também é grande, no ano passado foram registradas 494 vítimas. Até março deste ano duas pessoas morreram vítimas de acidentes com veículos, e nos três primeiros meses do ano mais de 100 pessoas ficaram feridas. O caso de morte no trânsito mais recente foi o aposentado Armindo Alves da Silva, 75 anos, ocorrida na noite do dia 19 de abril no bairro Santa Terezinha. Ele estava em uma bicicleta quando foi atropelado por um entregador que conduzia um veículo VW Kombi, pela avenida Ivanoé de Cunto, no sentido bairro/centro, quando ao se aproximar do cruzamento não percebeu que o aposentado vinha pela rua Altino Vaz de Melo, quando foi atingido pelo veículo. O aposentado chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Outro caso de morte no trânsito ocorreu no dia 21 de março envolvendo também um aposentado de 79 anos que estava em sua bicicleta. O fato aconteceu na avenida Alaíde Ferraz de Almeida, na Vila São Joaquim. A vítima, Guilherme Alves, transitava com sua bicicleta pela citada avenida, no sentido bairro/centro, quando teria invadido a outra faixa de rolamento para desviar de um veículo que estava estacionado, mas não se atentou para o trânsito de veículos que vinha no mesmo sentido, sendo colidido por um veículo GM Astra. Com o impacto, Guilherme foi arremessado ao chão, sofrendo graves ferimentos na cabeça, não resistindo morrendo no hospital. Muitos acidentes são ocasionados pela falta de atenção das pessoas. É comum os motoristas reclamarem da imprudência de motociclistas, ciclistas e pedestres. Para o vendedor Almir Suzano de Lima, o trânsito em Penápolis se tornou bastante caótico.

"As pessoas acham que podem tudo no trânsito, parar no meio da rua, virar sem a devida sinalização, entre outros casos. Sem contar bicicletas que trafegam na contramão e pedestres que não atravessam ruas na faixa e cruzam no meio de veículos", comentou. Ele disse que costuma dirigir em outras cidades e que o problema não ocorre com tanta intensidade como em Penápolis. "Viajo bastante e em outras cidades o respeito é maior, as pessoas não cometem tantos erros como aqui. O trânsito realmente flui de forma ordeira", ressaltou. (Rafael Machi)

 

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