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CIDADE & REGIÃO

08/12/2010

Guarda Comunitária: Prefeito reitera que apresentação de projeto em dezembro era de conhecimento do Legislativo

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João Luís: “A implantação da Guarda Comunitária só acontece se existir recurso”

No programa Prefeitura em Destaque, ontem na Rádio Difusora, o prefeito de Penápolis João Luís do Santos falou sobre a não aprovação – em primeira votação – do projeto de lei, em discussão na Câmara de Vereadores, que instituiria a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública em Penápolis. A manifestação do prefeito, que também ocorreu no dia anterior na mesma emissora, serviu para esclarecer, mais uma vez, o assunto e refutar alegações no Legislativo de que o prefeito estaria enviando o projeto faltando poucos dias para o término do ano Legislativo e “à toque de caixa”. Segundo o Executivo, todos sabiam desde a audiência pública sobre segurança promovida pela Câmara de Vereadores, que após a aprovação do Orçamento Municipal e passado o período eleitoral, isso ocorreria. “Nada foi goela abaixo, como querem afirmar. Todos sabem que a implantação da Guarda Comunitária só acontece se existir recurso. Se não tem recurso, não tem Guarda”, disse o prefeito, ao lamentar o rumo que a discussão seguiu. “Embora tenhamos divergências, estamos discutindo um projeto da cidade. Não é nada meu, nada pessoal, é da população, portanto deve haver o respeito pelas instituições”, lamentou mais uma vez o chefe do Executivo penapolense. Ele lembrou ainda que, enquanto vereador, era oposição, argumentava de forma contrária e sempre respeitou o prefeito da época (Firmino), pois entendia que deve haver respeito entre as instituições. “Acredito que essa conduta, que aprendi com meus pais, me fez prefeito de Penápolis por dois mandatos”, disse.

Esclarecimentos
Embora acreditasse que estaria sendo repetitivo no assunto, o prefeito João Luís disse que na conferência sobre Segurança em 2009 e na audiência pública deste ano foram solicitadas a criação da Guarda e da Atividade Delegada. Como não existem recursos para isso, a opção seria a aprovação do projeto que cria a Contribuição da Iluminação Pública (CIP). “É preciso que a população entenda que a prefeitura teria, economizando com o custo da iluminação, mais recursos para nova a despesa com a Guarda Municipal”, reiterou o prefeito. Sobre a Contribuição da Iluminação pública também ajudar na manutenção da Casa de Apoio de Penápolis, em Barretos, o prefeito esclareceu que isso era uma sugestão, que poderia ou não, ser acatada pela Câmara. Isso não ocorrendo, a prefeitura terá que buscar outros recursos para bancar a manutenção da casa em Barretos. Sobre a Guarda, somente com a aprovação de nova receita. No final do programa, na Difusora, ele informou que a aprovação da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública depende da Câmara Municipal e isso não ocorrendo buscará outras alternativas para continuar melhorando a segurança em Penápolis.  Secom – PMP

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