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CIDADE & REGIÃO

15/05/2014

Daep garante que água ainda não é problema na cidade

Rafael Machi
Detalhes Not�cia
Penápolis possui água suficiente para abastecer 90 mil pessoas

DA REPORTAGEM

Os meios de comunicação têm divulgado os problemas que a falta de chuva tem ocasionado na região metropolitana de São Paulo, como a falta de água para abastecimento das milhões de residências. Os reservatórios do Sistema Cantareira de Abastecimento de Água, ligado à Sabesp, atingiram apenas 08% de sua capacidade e a partir de hoje o sistema terá quer contar com o “volume morto”, reservatórios mais profundos que são deixados como reservas para este tipo de situação, que ficou mais preocupante quando o diretor de relações com investidores da Sabesp, Mario Sampaio, anunciou que se não chover até outubro, São Paulo poderá sofrer mais com a falta de água. A ausência de chuva no estado de São Paulo tem prejudicado também cidades do interior, que tomaram medidas para evitar o racionamento de água. Penápolis ainda não sofre com este problema, e o racionamento está longe de acontecer, garantiu a Diretora Presidente do Departamento de Água e Esgoto de Penápolis (Daep), Silvia Shinkai. Segundo ela, o município consegue tratar e reservar três vezes mais água do que o exigido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para uma cidade do porte de Penápolis. “Hoje o Daep estoca mais de 16 mil metros cúbicos de água, que é renovado todos os dias, sendo mais do que suficiente para abastecer a cidade por um dia inteiro”, comentou. Após o horário de pico, ao fim da tarde, quando as pessoas costumam usar mais água para tomar banho, fazer o jantar e outros fins, todos os reservatórios começam a ser reabastecidos, garantindo água para consumo no sai seguinte. “Desta forma, se por acaso vier a faltar água de forma repentina, o Daep consegue garantir 24 horas de abastecimento para toda a cidade”. De acordo com Silvia, a autarquia tem capacidade para tratar água suficiente para uma população de até 90 mil pessoas. Hoje a cidade conta com quatro reservatórios espalhados pela cidade, no Jardim Pevi, no Jardim Eldorado, na Vila Tóquio e na Estação de Tratamento de Água – sede do Daep. “Estamos em fase de estudos para construirmos novo reservatório na região da Cidade Jardim, que hoje possui grande expansão com a criação dos bairros Jardim do Lago. Isso ajudará a manter pressão de água, que beneficiará os moradores com uma distribuição adequada”, explicou. “Mesmo com a garantia de que a cidade possui água suficiente, temos que ressaltar a importância de evitar o desperdício, pois a economia de água ajuda a evitar problemas futuros e também o bolso do consumidor”, ressaltou. 

Preservação de nascentes
Hoje Penápolis está tranquilo graças ao trabalho de preservação que tem sido com o Ribeirão Lajeado, rio que abastece a cidade. Segundo o coordenador do Consórcio Intermunicipal Ribeirão Lajeado, Hugo Crepaldi, a todo instante, novas mudas de árvores são plantadas em torno do rio para evitar o assoreamento do mesmo. “Não somente o plantio de mudas, mas também todo um acompanhamento é feito a fim de garantir a existência de um rio tão importante como é o Lajeado, garantindo assim, o abastecimento de água da população”, comentou. Hugo disse que existe um grande trabalho sendo feito em nascentes que deságuam no Lajeado. “Hoje buscaremos 10 mil mudas na cidade de Promissão que serão usadas em nascentes que deságuam no Lajeado, garantindo assim a sobrevivência delas, do próprio Lajeado e também a preservação ambiental em todos estes pontos”, ressaltou. O Ribeirão Lajeado nasce no bairro rural do Santana, em Alto Alegre, e percorre 38 quilômetros até desaguar no rio Tietê. Hoje o Daep repassa R$ 500 mil por ano para os trabalhos do Consórcio, o que representa 2,5% do orçamento anual do departamento de água.

(Rafael Machi)

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