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CIDADE & REGIÃO

07/11/2014

Câmara pede informações sobre previsão para guarda municipal

A Câmara Municipal defendeu segunda-feira medidas para melhorar a vigilância de espaços públicos municipais em Penápolis. O assunto ganhou repercussão através de requerimento apresentado pelo vereador Alexandre Gil (PT), na busca de informações sobre a previsão de implantação da guarda municipal na cidade. “São constantes e inúmeras as reclamações que chegam aos vereadores sobre os atos de vandalismo  em próprios públicos, entre eles, os mais atingidos, o Parque Aquático e o Centro de Lazer do Trabalhador. Os estragos representam prejuízos à população e aos cofres públicos ”, relata o parlamentar no requerimento. Em discurso na tribuna da Câmara Municipal, ele reiterou que a criação da guarda municipal ajudará a proteger o patrimônio público. 
O vereador Francisco José Mendes, o Tiquinho (PSDB), lembrou a queda de arrecadação da prefeitura, afetada pela diminuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “Diante dos números que temos nos cofres públicos é praticamente impossível criar a Guarda Municipal, não adianta nos iludirmos”. 
O vereador José Santino, o Zezinho Leiteiro (PT), disse que na última administração municipal houve projeto para criação da Guarda Municipal, rejeitado pela Câmara Municipal. O petista citou que o custeio ocorreria com cobrança mensal de R$ 3,00 tendo  cobertura para a iluminação pública e guarda municipal.
O vereador Rodolfo Valadão Ambrósio, o Dr. Rodolfo (PROS), considerou que a discussão da guarda municipal não tem como acontecer sem tratar o seu custeio. “O município já está em 2014 com déficit de quase R$ 1,5 milhão de arrecadação”.
O vereador Jonas do Povo (PROS), sugeriu manifesto de apoio da Câmara Municipal para movimento no Senado pelo aumento do FPM. 
O vereador Ricardinho Castilho (PV), opinou que a efetivação da atividade delegada, programa em que policiais em dias de folga trabalham para o município, tem viabilidade muito maior do que a guarda municipal. “É bem mais barato. Através da atividade delegada, diferente da guarda municipal, a prefeitura não precisa comprar veículos, uniformes, armamento”, considerou Ricardinho Castilho. 
O vereador Zeca Monteiro (PT), defendeu discussão para reorganização e maior treinamento dos 57 vigias que a administração municipal já possui. “A prefeitura pode fazer um reaproveitamento, um realinhamento do pessoal”.

Imprensa/Câmara

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