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CIDADE & REGIÃO

20/02/2014

Buscas por corpo de açougueiro continuam

DA REPORTAGEM

 

A Polícia Civil de Barbosa continua nas buscas pelo corpo do açougueiro Antônio Donizete Moreira, 56 anos, morto em setembro de 2012, quando tinha 56 anos. Após o crime, o autor, um torneiro mecânico de 33 anos, teria jogado o corpo em uma vala no aterro sanitário de Barbosa. As buscas ocorrem no local desde o dia 04 de fevereiro, quando o acusado foi preso e revelou onde teria jogado o cadáver. No dia seguinte, a irmã do acusado, uma calçadista de 32 anos também foi presa acusada de envolvimento no crime. Segundo o delegado responsável pela investigação do caso, Nivaldo Martins Coelho, as buscas devem continuar ainda nos próximos dias. "Estamos tendo dificuldades para as buscas porque até agora não achamos nada que comprove que o corpo está lá, mas em novo depoimento o acusado afirmou categoricamente o local o que nos faz acreditar em sua versão, por isso, daremos prosseguimento às buscas", afirmou. A família da vítima, que é de José Bonifácio, afirmou que desde a última quinta-feira (13), está pagando a quantia de R$ 1,3 mil para que uma pessoa realize o trabalho no aterro. Isso acontece porque, segundo a família, o maquinário que era usado nos primeiros dias de buscas era emprestado pela Prefeitura de Barbosa, que não pode ceder o equipamento por muitos dias. Segundo o delegado, para que as buscas sejam realizadas, a Prefeitura de Avanhandava cedeu um maquinário para que a Polícia Civil continue o trabalho. Ele disse que fará solicitação também para a Prefeitura de Penápolis.


O caso

Segundo o delegado Nivaldo as versões apresentadas pelos acusados são bastante parecidas. Em depoimento para a polícia, a calçadista disse que não queria mais nada com o açougueiro, mas que ele a procurava sempre e que as brigas eram constantes por ciúmes, sendo que em algumas oportunidades ela chegou a ser ameaçada de morte por ele. Na manhã do dia 06 de setembro, dia do crime, Donizzeti esteve na casa da amásia e permaneceu por cerca de 20 minutos. Ao anoitecer, o rapaz retornou, por volta das 21h00, bravo porque ela não havia atendido suas ligações. Após o jantar, o homem pediu comprimidos para dor de cabeça, mas ela não lembra se deu o medicamento que havia comprado de uma desconhecida pagando R$ 50. A polícia acredita que estes comprimidos tenham sido usados para dopar o açougueiro. Consta também no depoimento da calçadista que depois que o açougueiro dormiu, ligou para seu irmão dizendo que a vítima estava com ela e que temia que ele a matasse. Enquanto seu irmão vinha até sua casa, ela dissolveu veneno para rato em uma seringa e aplicou em um dos braços da vítima. Logo depois o torneiro mecânico chegou com um facão, sendo informado sobre o que havia ocorrido. Após saber dos fatos, ele insistiu com a irmã que a vítima teria que ser morta, foi para o quarto e desferiu vários golpes contra Donizetti. Eles cobriram o corpo com um lençol e enrolaram em um tapete arrastando-o até o quintal da casa, e pela manhã o levaram ao aterro sanitário de Barbosa, onde o jogaram em uma vala e cobriram com lixo. (Rafael Machi)

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