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CIDADE & REGIÃO

04/04/2007

Atendimento diário de casos de dengue chega a 250 no PS

A média de atendimento no Pronto Socorro de Penápolis a pessoas cujos sintomas apontam para suspeita de dengue é de aproximadamente 250 casos diários. Segundo o enfermeiro da unidade, Wilson Roberto de Souza, mesmo com estes números, não há superlotação no local e é possível atender a todos sem grandes problemas. O PS conta com dois médicos e um enfermeiro para cada turno, além de quatro auxiliares e técnicos em enfermagem. “Estamos trabalhando com a quantidade normal de profissionais e dando conta do atendimento”, comentou o enfermeiro.

Durante esta semana, a equipe de Reportagem do Diário foi procurada pela manicure Elaine Pinheiro, que se demonstrou preocupada com a situação observada por ela na unidade. Elaine compareceu ao PS no fim de semana acompanhando o filho de 14 anos e o irmão, ambos com os sintomas da doença. Além deles, a mãe e a irmã da penapolense, todos residentes na Vila América, estão doentes e haviam sido internadas dias antes. “Não tenho o que reclamar do atendimento, mas fiquei assustada com os números de pessoas doentes”, comentou, “A todo momento chegavam mais pessoas com os mesmos sintomas e notei que o clima na unidade era de desespero”, declarou Elaine, que chegou a entrar em contato com a secretária de saúde do município, Cristina Fugolin. “A secretária me tranqüilizou quanto as medidas que estão sendo tomadas, mas acredito que está faltando conscientização por parte da população, já que os profissionais da saúde estão fazendo a parte deles”, declarou Elaine. “É preciso cobrar alguma ação da população porque estamos vivendo uma situação atípica, é um caso de emergência”, acrescentou.

 

Controle

O enfermeiro explicou que existem ocasiões em que a movimentação é bem maior, como nos fins de semana, exatamente quando a manicure procurou a unidade, mas que o sistema de atendimento não está sobrecarregado. “Temos horários em que todos os profissionais não dão conta do atendimento, mas em outros a movimentação é tranqüila, isto oscila normalmente na unidade e não tem como prever”, disse. Wilson garantiu que nenhuma pessoa fica sem atendimento no PS e que é feita uma triagem antes de encaminhar o paciente para a consulta, a fim de priorizar casos mais urgentes dentro da classificação de risco. Após ser consultada pelo médico, a pessoa recebe medicação e fica em observação para que os profissionais acompanhem possíveis melhoras. “Como não há muito o que fazer, já que a febre muitas vezes é difícil de controlar, fazemos o possível para aliviar os sintomas e, em casos mais graves, a pessoa é internada na Santa Casa”, contou. “Se as vagas estiverem preenchidas, mantemos o paciente ainda na observação, até que surja a vaga”, acrescentou. O enfermeiro não soube precisar o número diário de encaminhamentos para internação.

A chefe do Serviço de Vigilância Epidemiológica, Rosalícia Lundstedt, também não soube informar estes números. “São vários casos todos os dias, é impossível calcularmos”, alegou. Ainda segundo ela, atualmente a cidade conta com 1.301 pessoas com sintomas suspeitos da doença. (AR)

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