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CIDADE & REGIÃO

18/08/2013

Artesanato aumenta a renda de artesões

Rafael Machi
Detalhes Not�cia
Artesanatos de São Francisco são opções de lembranças penapolenses na Casa do Artesão

DA REPORTAGEM

 

Pode ser na casa, escritório e até mesmo em lojas, na decoração a peça de artesanato é quase que uma regra. Seja expressivo, ou um pouco mais discreto, grandes ou pequenas, as peças sempre dão vida ao ambiente. O talento de artesões chama a atenção pela criatividade e a beleza dos objetos criados, como os tradicionais tapetes de crochê, guardanapos bordados ou uma simples peça decorativa feita à mão. O artesanato está sempre presente na casa dos brasileiros. Esta expressão cultural muitas vezes garante ao criador das peças decorativas e de utilidades uma ajuda na renda familiar, em alguns casos serve como forma de sustento. Estes artesanatos conquistam cada vez mais o mercado e atraem pessoas para a confecção e venda destes objetos. Há nove anos existe em Penápolis a Casa do Artesão, cujo objetivo é proporcionar um espaço para que artesões penapolenses possam confeccionar, expor suas criações e comercializá-las gerando assim uma renda extra aos participantes do projeto. Segundo a presidente da Casa do Artesão, Georgina Aparecida dos Santos, a Gina, a ideia surgiu quando um grupo de artesões se reuniam na praça Dr. Carlos Sampaio Filho para expor seus trabalhos. Através da Secretaria de Cultura, os expositores conseguiram um espaço fixo para comercializar seus produtos, ampliando o espaço e ganhando cada vez mais adeptos e clientes. "Hoje a Casa do Artesão é um espaço muito procurado por pessoas que gostam destes objetos, pois sabem que aqui encontram produtos de qualidade e muito bonitos, sempre de acordo com seu gosto", disse. Gina explica que para haver uma boa venda de artesanato, é importante que as peças, além de bonitas, sejam úteis. "Na verdade o gosto das pessoas varia muito, mas em geral, elas nos procuram para adquirir peças que tenham utilidade, como porta pratos, tapetes, entre outros. Artesanatos assim chamam a atenção, pois as pessoas querem praticidade e beleza", explicou.

 

Renda e terapia

Gina revelou que a comercialização destes objetos garante a renda de artesões penapolenses. "Existem alguns aqui da Casa que dependem da venda de seus produtos, assim como também há aqueles que usam o espaço e seu trabalho como complemento na renda, por isso a Casa do Artesão é muito importante", ressaltou. A presidente da Casa do Artesão também possui um espaço em sua residência, na Cidade Jardim, onde comercializa as peças que produz. " Considero isso muito importante, pois também é uma forma de mostrar meu trabalho e conseguir mais clientes, complementando minha renda mensal", revelou. Gina disse que o lucro varia muito, pois depende da quantidade e da peça vendida. "Normalmente são mais vendidos os tapetes e guardanapos, mas isso pode variar muito, principalmente em datas comemorativas, como o mês das mães, quando as toalhas de mesa têm boa saída", explicou. Além da renda extra no fim do mês, Gina leva em consideração o prazer em produzir as peças artesanais, como bordados e crochês. "Muitas pessoas dizem que o crochê, por exemplo, serve como terapia, e concordo com isso. Eu gosto muito, sempre que tenho um tempinho estou fazendo meus crochês, seja na frente da TV ou conversando com as amigas", ressaltou. Segundo pesquisa, muitos especialistas afirmam que na aposentadoria o importante é ter alguma ocupação, ocupar o tempo livre com coisas prazerosas. Muitos dizem que mulheres que possuem habilidades manuais quando se aposentam costumam relacionar o artesanato àquilo que realmente gostam de fazer. Percorrendo vários grupos de artesãs pode-se comprovar essa realidade, além da confraternização que acaba acontecendo entre as participantes. Muitas se tornam amigas e chegam a abrir um negócio lucrativo, afirmam pesquisadores. Os interessados em fazer parte da Casa do Artesão devem procurar a presidente aos sábados em horário comercial na sede, localizada à rua Anchieta, 150. O horário de funcionamento é das 08h30 às 17h30 de segunda a sexta-feira e das 09h00 às 13h00 aos sábados. (Rafael Machi)

 

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