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CIDADE & REGIÃO

08/04/2021

Após boom na pandemia, venda e aluguel de imóveis usados devem crescer 10% em 2021

Imagem/Divulgação
Detalhes Not�cia
Muitas pessoas têm optado por comprar seu imóvel próprio, já que as parcelas do financiamento, muitas vezes, têm valores parecidos com o gasto mensal

DA REDAÇÃO

A Kenlo, startup do setor imobiliário presente em 26 estados do país por meio de 44 mil corretores de imóveis e 7,2 mil imobiliárias parceiras, prevê um crescimento no mercado secundário de imóveis - entre venda e aluguel - de 10% em 2021. No ano passado, o mercado de usados teve um salto de 52% no volume de negócios em comparação a 2019, de acordo com o Painel do Mercado Imobiliário (PMI) produzido pela empresa, quando foram realizados 44.810 negócios, ante 29.435 no ano anterior. A startup tem três milhões de imóveis listados em sua plataforma e base de dados que representa 25% do mercado secundário imobiliário brasileiro. 
"O prognóstico para 2021 leva em conta o fato de muitas pessoas repensarem a questão do morar que, em função da pandemia, fez com que muitas empresas colocassem seus funcionários em home office. Isso resultou em muitos brasileiros passando mais horas em casa, dividindo no mesmo espaço os ambientes familiar e profissional. Assim como observado no segundo semestre de 2020, veremos um movimento em busca de novas habitações que atendam às duas necessidades. Casos de pessoas que migraram dos grandes centros para regiões ou até cidades mais tranquilas, com menor valor do metro quadrado e mais espaço, ou mesmo, locando seu imóvel e alugando outro no novo local poderão ser mais frequentes", analisa Denise Ghiu, especialista de mercado da área de inteligência do Kenlo." 
Associado a isso, o país vive um momento de taxa de juros baixa (mesmo com a recente elevação da Selic), o que possibilita opções atrativas de financiamento. Assim, muitas pessoas também têm optado por comprar seu imóvel próprio, já que as parcelas do financiamento, muitas vezes, têm valores parecidos com o gasto mensal em aluguel. "Os números explicam isso. Mesmo com a alta, a Selic, que é um balizador para todo o mercado de financiamento, está em 2,75%. Já quando olharmos para o IGP-M, que é aplicado na correção dos aluguéis, observamos que ficou acima de 23% em 2020", explica. 
Além disso, outras modalidades de crédito imobiliário têm surgido, como o home equtiy - o crédito com garantia de imóveis - que possibilita empréstimos de até 60% do valor do imóvel com taxas altamente atrativas. A Kenlo detém um fundo de fundo de R$ 400 milhões, fruto de parceria com a Jive Investments, que está sendo oferecido pelos corretores e imobiliárias parceiras aos seus clientes. "Essa modalidade deve ampliar muito os negócios do mercado de imóveis usados, pois possibilita empréstimos inclusive a brasileiros que começaram o ano de 2021 com alguma dívida ou restrição no CPF, que ficavam de fora das modalidades de empréstimo do sistema financeiro tradicional", pontua Fabrício Almeida, diretor de Negócios da Kenlo. A empresa espera fechar 2021 com R$ 200 milhões de crédito concedido, figurando entre as top 5 em geração de contratos de home equity do país.

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