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CIDADE & REGIÃO

18/02/2007

Aniversário: Luiziânia completa hoje 48 anos de emancipação

Detalhes Not�cia

O tranqüilo e pacato município de Luiziânia, pertencente a comarca de Penápolis, completa hoje 48 anos de emancipação política. Administrada pelo prefeito Nivaldo Cervigne a cidade registrou um bom crescimento nos últimos anos. Para comemorar a importante data a Prefeitura promoveu a tradicional Festa do Peão Boiadeiro, que segundo os organizadores levou aproximadamente 15 mil pessoas ao recinto “Danilo Cervigne”. 

A Festa de Peão, que já se tornou tradição na região, teve que ser antecipada este ano devido ao carnaval. Foram oferecidos uma moto zero quilômetro no rodeio em touro para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo, R$ 1 para o terceiro, R$ 800,00 para o quarto colocado e R$ 600,00 ao quinto colocado. Já a prova dos três tambores os prêmios foram de R$ 2 mil, R$ 1.500,00, R$ 1 mil, R$ 800,00 e R$ 600,00 de primeiro a quinto.

Apresentações de fanfarras da cidade e da região também fizeram parte da programação festiva.

 

Cidade foi planejada e implantada por empresa

Emancipada no dia 18 de fevereiro de 1941, Luiziânia foi planejada e implantada pela empresa goiana Coimbra Bueno e Cia Ltda. O nome ainda gera algumas controversas. Alguns apostam que seria a junção dos nomes Luiza e Ana, sogra e mulher, respectivamente do dono da empresa. Outros afirmam que seria uma homenagem a cidade de Luziânia, em Goiás. Outra versão diz que o nome do município é uma homenagem ao santo padroeiro da cidade, São Luís Gonzaga, a quem foi erguida uma capela em 1941.

Coube a empresa traçar as ruas, que foram planejadas por engenheiros. A propriedade adquirida pela empresa contém 300 alqueires de terra, sendo que a parte urbana ocupa 180.

A Coimbra Bueno e Cia Ltda adquiriu várias glebas de diversos proprietários e implantou o município com três mil lotes num plano de urbanismo tecnicamente estudado, projetado pela direção de acordo com os modernos projetos de engenharia da época, observando tanto quanto possível o zoneamento, estudo de tráfego, largas avenidas e ruas e praças com espaços livres.

Na época a região era tida com fartas matas. Coube a José Sanches montar a primeira máquina de benefício de arroz e posteriormente surgiram outros pioneiros, como José Augusto Afonso, Zacarias Gonçalves dos Santos, Antônio Duarte Azadinho, Francisco Tomaz Garcia, Theodoro Arrieiro, Santiago Arrieiro, Issamu Fujioka, Joaquim Carvalhal Silveres, Agenor Cardoso Franco, entre outros. A primeira capela foi construída em 1945, quatro anos após a colocação da pedra fundamental. Neste ano Luiziânia foi instalada como distrito, fato ocorrido no dia 1º de agosto com a nomeação e posse de Agenor Cardoso Franco como oficial de Registro Civil e Tabelionato. Até 1953 a cidade pertencia ao extenso município de Glicério, Comarca de Penápolis, quando ocorreu um plebiscito para que Braúna fosse elevada a município. Em 1953 Luiziânia passou a pertencer ao município de Braúna. Sua emancipação ocorreu no dia 18 de fevereiro de 1958, data em que foi criado o município de Luiziânia. A instalação, entretanto, ocorreu no dia 1º de fevereiro de 1960, quando tomou posse o prefeito Itamar Manzatti. Atualmente a cidade é administrada por Nivaldo Cervigne e conta com uma população aproximada de 4.500 habitantes.  

 

Cidade

Luiziânia localiza-se a uma latitude de 21º40’33" sul e a uma longitude 50º19’36" oeste, estando a uma altitude de 426 metros. Sua população estimada em 2004, segundo última contagem oficial, era de 4.274 habitantes e possui uma área de 167,0 km². Segundo dados daquele Censo, realizado em 2000, dos 4.274 moradores, 3.705 residem na área urbana e 569 na rural. Até então, deste total, 2.142 são homens e 2.132, mulheres. A cidade, ao contrário das demais do Estado, foi planejada por uma empresa.

 

Densidade demográfica (hab./km²): 25,59

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 12,58

Expectativa de vida (anos): 73,08

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,65

Taxa de Alfabetização: 82,85%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,762

* IDH-M Renda: 0,664

* IDH-M Longevidade: 0,801

* IDH-M Educação: 0,820

 

 

Setor canavieiro favorece o município

O fato de Luiziânia estar cercada por pelo menos duas usinas de álcool e açúcar favorece o crescimento da cidade, na opinião do prefeito Nivaldo Cervigne.

Próximo das usinas instaladas em Queiroz e Clementina, as unidades trouxeram empregos para os luizianenses.

A cidade conta com três escolas, um hospital, um pronto-socorro com atendimento 24 horas. Apesar da cidade manter um bom estádio de futebol, reformado recentemente, Nivaldo reclama da ausência de um time para representar a cidade.

O prefeito disse que isso ocorre pelo fato dos jogadores de futebol de campo estarem migrando para o futsal. “Enquanto o futebol está perdendo seus adeptos, o futsal se expande”, afirmou o prefeito sobre a nova tendência.

 

Reformas

Amanhã terá início a reforma do Posto de Saúde e de um barracão que abrigará duas indústrias de tomate seco, que estão instaladas na zona rural e serão trazidas para uma região mais próxima da cidade. Uma fábrica de palmito, que iniciou atividades há alguns anos está com boa produção e gerando nove empregos.

Os intermináveis buracos que atormentam a vida dos motoristas em nossa região, não existem em Luiziânia. “Fizemos todo o recapeamento da cidade em dezembro”, disse o prefeito.

Na última semana o prefeito também entrou em contato com o DER para a execução de recape  na rodovia que liga Luiziânia a Queiroz, cabendo ao município a aquisição do material. “No ano passado eu fui bastante criticado devido ao surgimento de buracos nas ruas. Hoje este problema existe com raras exceções”, finalizou o prefeito. (SRF)

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