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CIDADE & REGIÃO

02/04/2008

ACE busca cursos profissionalizantes junto ao SESI

Detalhes Not�cia

Tânia Pinheiro e Amanda Reis

A ACE (Associação Comercial e Industrial) de Penápolis está se mobilizando em busca da instalação de cursos profissionalizantes junto ao SESI (Serviço Social da Indústria). As preliminares do assunto estão sendo tratadas pelo vice-presidente da Associação, José Carlos Altimari, e foram levadas ao conhecimento de todos os diretores na reunião do último dia 31 de março. Para o dia 07 de abril, Altimari tem reunião agendada com o diretor da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), mantenedora do SESI, José Eduardo Mendes Camargo. O encontro, também poderá contar com a presença do presidente da Federação, Paulo Antonio Skaf. Os integrantes da diretoria da ACE acreditam que a reunião possa resultar em parecer definitivo sobre a conquista desses cursos para a nossa cidade. O SESI atua desde 1946 como instrumento para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores da indústria brasileira e da comunidade. Os cursos oferecem qualificação profissional para diversos setores, fomentando as negociações e o desenvolvimento da indústria.

Usina Campestre
Presente à reunião, o empresário Celso Egreja, proprietário da Usina Campestre, falou sobre a expansão do setor sucro-alcooleiro e da promoção de cursos como este. Segundo ele, falta mão-de-obra qualificada, principalmente na área química. O empresário sugeriu que o poder público se empenhe na promoção de cursos profissionalizantes gratuitos ou conveniados para suprir essa necessidade. Egreja revelou também que um volumoso investimento foi realizado na Usina no ano passado, resultando num grande crescimento da moagem de cana e, consequentemente, da produção de álcool e açúcar. Como reflexo positivo do investimento, o empresário destacou a ausência de demissões em massa no ano passado, desmistificando assim, que após a safra, a Campestre sempre dispensava um grande número de pessoas. “Sabemos que os empregos gerados pela Usina movimentam efetivamente a economia da cidade”, explicou Celso. Outro setor que a Usina incrementa é o de fornecedores de cana, da qual se utiliza para abastecer sua produção, enquanto outras usinas da região mantêm o seu próprio plantio de cana. “Esta é outra pulverização de recursos que são injetados na economia local, acrescentou Egreja.” Questionado sobre uma grande indústria de equipamentos para usinas que seria instalada na cidade com o apoio do empresário, ele disse que os procedimentos estão sendo encaminhados, mas prefere não antecipar detalhes da negociação enquanto não oficializar os acordos necessários. “O setor sucro-alcooleiro que no ano passado teve uma retraída, felizmente está se reestruturando, e os economistas prevêem um considerável crescimento do setor para os próximos anos, trazendo divisas para o país através de investimentos nacional e estrangeiro, como por exemplo, os Emirados Árabes que já manifestaram interesse em aplicar grandes somas em território brasileiro”.  

Foto: O empresário Celso Egreja ressaltou a necessidade dos cursos profissionalizantes

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