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CIDADE & REGIÃO

13/05/2026

Espaço Saúde: Não gosto da academia

Imagem/Arquivo Pessoal
Detalhes Notícia

Ao longo da história da humanidade, o movimento sempre esteve presente na rotina das pessoas. Caminhar longas distâncias, trabalhar no campo, carregar peso, subir terrenos e realizar tarefas físicas fazia parte da sobrevivência. O corpo humano foi moldado para se movimentar. Porém, com o estilo de vida contemporâneo, grande parte dessas atividades desapareceu. Hoje, passamos horas sentados, usamos carros para pequenos trajetos e vivemos uma rotina cada vez mais sedentária.

Por isso, a atividade física se tornou algo quase contraintuitivo. Precisamos criar tempo, motivação e disciplina para fazer algo que antes acontecia naturalmente. A academia surgiu como uma das alternativas para compensar essa perda de movimento, mas ela não é a única. Caminhar mais, usar bicicleta, subir escadas e ter uma rotina mais ativa também fazem diferença importante na saúde física e mental.

O desafio é que muitos ambientes de treino ainda foram pensados com foco em alta performance, intensidade extrema e estética competitiva. Música excessivamente alta, excesso de estímulos visuais, pressão por resultados rápidos e treinos muito agressivos podem afastar justamente quem mais precisa começar. Para muitas pessoas, especialmente aquelas que estão retomando hábitos saudáveis, convivem com ansiedade, dores ou simplesmente buscam mais qualidade de vida, esse ambiente pode gerar desconforto e até rejeição.

Existe um fator importante nisso: o cérebro tende a evitar experiências associadas a sofrimento intenso. Quando a prática de atividade física se torna excessivamente cansativa, estressante ou desconfortável logo no início, é comum que aconteça uma espécie de “autossabotagem” involuntária, dificultando a continuidade do processo.

Por isso, cada vez mais se discute a importância de ambientes acolhedores, esteticamente agradáveis e emocionalmente confortáveis para a prática de atividade física. Espaços amplos, contato com natureza, iluminação adequada, profissionais preparados para acolher diferentes perfis e uma abordagem mais humanizada ajudam a transformar o exercício em uma experiência positiva. E quando o movimento gera sensação de bem-estar, prazer e pertencimento, as chances de criar constância e manter hábitos saudáveis aumentam significativamente.

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