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CARTA DO LEITOR

20/09/2020

BRASIL X BRASIL 

O comércio que meu pai exercia dos anos de 1942/1963 tinha como nome fantasia "BOTEQUINHO DO ZEZINHO", um estabelecimento voltado para a venda de bebidas alcoólicas, tira gostos, lanches rápidos, fumos de corda, cigarros enfim um verdadeiro BOTECO, situado na antiga rua Brasil (local onde nasci, famoso bairro Alto) hoje Augusto Pereira de Moraes, onde a freguesia era de agricultores de café das zonas rurais de Penápolis, comerciantes de café, pois, o local tinha várias máquinas de compra e venda deste produto, e de serviçais, portanto  homens origens simples, que frequentavam o ambiente para comer uma sardinha frita, um bife, um sanduiche de mortadela, e obviamente para uns tragos de cachaça, cerveja ou refrigerantes.
Muitas vezes escutei estes "filósofos" da periferia dizerem em altos e bom tom de que FUTEBOL, RELIGIÃO E POLÍTICA, NÃO SE DEVE DISCUTIR, uma vez de que as opiniões são deveras contraditórias e cada um democraticamente deveriam respeitar a opinião ou a paixão do outro, para não haver discussões acaloradas que poderiam acabar em contendas acirradas que não levariam a lugar algum. 
Hoje vemos no futebol torcidas organizadas digladiando-se uma com as outras até com óbitos de ambas as partes.
Já na religião parece ter dado uma trégua, pois, no passado DEUS na sua suprema divindade era dividido, cada um querendo o que era certo para o seu lado nas palavras bíblicas, que no final é um resultado só.
E na política vemos a esquerda e a direita puxando para os seus lados os rotos e frangalhos de um país chamado Brasil quando o PATRIOTISMO deveria ser austeramente difundido e aceito por todos, para o engrandecimento deste que no meu modo de ver é o maior país do mundo, com farturas de recursos hídricos, minerais, clima, terras férteis e NÃO aos saques em cofres públicos, à troca de favores, nepotismo e etc. em detrimento ao atendimento à população onerada de altas taxas de impostos que carece muito aos atendimentos de primeira grandeza em hospitais, escolas, estradas e etc. Enquanto o atual presidente da República Federativa do Brasil, o capitão do exército Jair Messias Bulsonaro, fechou as portas dos "favorecimentos" (às custas do sacrifício do povo), tenta mostrar um país que tem tudo para ser uma grande potência, os adversários o chamam de grosso, e outros adjetivos pejorativos e o apelidaram de Bozo, um palhaço de um canal de televisão, aí eu lembrei do dia 24/08/1954, quando por volta do meio dia, voltava eu do Grupo Escolar Augusto Pereira de Moraes, ao virar a esquina de minha casa, vi as portas do Botequinho do Zézinho todas cerradas, pensando em uma tragédia com minha família sai correndo e encontrando com meu pai perguntei qual era o motivo e ele simplesmente disse para mim de que o presidente Getúlio Vargas havia suicidado e que o PAÍS ESTAVA DE LUTO, mas indagando sem saber ao certo, retruquei, pois, meu pai não era adepto da política de Getúlio que tinha ideias fascistas de Benito Mussuline, e meu pai dando uma aula de CIVISMO disse-me: ELE ERA O PRESIDENTE DO BRASIL, ENTÃO DEVEMOS NO MÍNIMO RESPEITAR A SUA AUTORIDADE.
Aos que não respeitam a autoridade do atual Presidente da República Federativa do Brasil, eleito nas urnas eletrônicas pelo maior número de eleitores votantes fica esta lição de CIVISMO PATRIÓTICO.
E tenho dito.

José Maria do Valle, Penápolis/SP, por e-mail: ziquinhoinho@hotmail.com

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