Classificados

VÍDEOS

Agrosoles - Bombeamento de Água por Energia Solar

SUA OPINIÃO

Você procura conferir as notícias que recebe nas redes sociais para não ser enganado por uma fake news?


CLIMA

Tempo Penápolis

fale com o DIÁRIO

Fone Atendimento ao assinante & comercial:
+55 (18) 3652.4593
Endereço Redação e Comercial: Rua Altino Vaz de Mello, 526 - Centro - CEP 16300-035 - Penápolis SP - Brasil
Email Redação: redacao@diariodepenapolis.com.br
Assuntos gerais: info@diariodepenapolis.com.br

GERAL

30/08/2019

Gás de cozinha cairá até R$ 8,78 com fim da diferenciação de preços

Imagem/Reprodução
Detalhes Notícia
Botijão residencial de 13 kg tem subsídio, mas todos os demais envasamentos não contam com o mesmo benefício

O fim da política de diferenciação de preços do gás de cozinha (GLP) pode resultar numa redução de R$ 8,78 no preço final do botijão, segundo estimativas do governo obtidas pelo Estadão/Broadcast. Hoje, o preço do botijão residencial de 13 kg fica em R$ 68,97 em média, valor que cairia a R$ 60,19, de acordo com os cálculos. Um recuo de 12,7%.
As contas foram apresentadas ontem (29) na reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), colegiado de ministros presidido pelo Ministro de Minas e Energia (MME).
O preço do botijão residencial de 13 kg tem subsídio, mas todos os demais envasamentos não contam com o mesmo benefício, o que encarece outros produtos e envases para compensar perdas.
O subsídio foi criado por meio de resolução do CNPE em 2005 e foi uma tentativa de privilegiar consumidores de baixa renda, mas acabou não gerando os resultados pretendidos, pelo contrário. A medida inibiu a entrada de novas empresas na atividade de produção, importação e distribuição, concentrando ainda mais o mercado.
O fornecimento de GLP é dominado pela Petrobras, que produz e importa 99,6% do insumo consumido no país e o revende para as distribuidoras. Esse segmento também é concentrado em quatro empresas — Liquigás (que pertence à Petrobras), Copagaz, Ultragaz e Supergasbrás.
Com o fim da política de diferenciação de preços, o custo para os produtores e importadores também vai cair, de uma média de R$ 24,22 para R$ 16,70 — uma redução de 31%, ou R$ 7,52.
Para o consumidor, o efeito acaba sendo até maior porque, com a possibilidade de mais atores ingressarem nesse mercado, haverá mais concorrência, reduzindo os preços finais.
Outro aspecto criticado pelo governo é a falta de foco da política de diferenciação de preços, uma vez que ela se aplicaria a todos os consumidores residenciais, inclusive os de maior renda. Enquanto isso, cerca de 10% da população mais pobre ainda utiliza lenha ou carvão. 

(Com Estadão Conteúdo)

VEJA TODAS AS NOTÍCIAS

© Copyright 2019 - A.L. DE ALMEIDA EDITORA O JORNAL. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou total do material contido nesse site.