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21/04/2021

Fifa avisa sobre consequências aos clubes da Superliga europeia

Imagem/Reprodução
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A Fifa desaprova veementemente o projeto da Superliga Europeia, disse o presidente da entidade Gianni Infantino

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, apoiou a Uefa na terça-feira na sua oposição ao lançamento da Superliga Europeia, torneio independente criado por doze grandes clubes, que segundo o dirigente da entidade que rege o futebol mundial "terá de enfrentar as consequências" se persistirem em seu objetivo. A declaração de Infantino, apresentada na abertura do Congresso da Uefa na cidade suíça de Montreux, que reúne 55 federações nacionais, era especialmente aguardada, apesar de no passado o ítalo-suíço e o presidente da entidade continental, Aleksander Ceferin, terem entrado em conflito várias vezes. Infantino foi claro desde o início, afirmando que "não há a menor dúvida" de que a Fifa "desaprova veementemente" o projeto da Superliga Europeia, lançada na segunda-feira. Considera esta nova competição "um clube fechado" e "dissidente das instituições existentes", algo que deve fazer com que seus integrantes tenham de "enfrentar as consequências" se levarem este projeto à frente. "Ou você está dentro ou está fora. Você não pode estar metade dentro e metade fora", acrescentou o dirigente, mais uma vez acenando com a ameaça de exclusão dos times da Superliga e seus jogadores de todas as competições nacionais e internacionais, sem contudo citar medidas concretas. “Promoção e queda são um modelo que tem dado certo”, avaliou o dirigente, apresentando sua oposição a um sistema de liga quase fechado em que os clubes fundadores têm garantida a participação a cada temporada, ao invés da atual fórmula da Liga dos Campeões, em que times precisam conquistar a vaga através de seu desempenho nos campeonatos nacionais. A Uefa vai precisar da Fifa para as eventuais represálias que pretende aplicar aos clubes dissidentes, incluindo a possibilidade de impedir que os jogadores destas equipes joguem com as suas seleções nacionais e sejam impedidos de participar da Copa do Mundo. Minutos antes do pronunciamento de Infantino, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, também havia criticado no Congresso da Uefa o projeto da Superliga Europeia, criado por seis clubes ingleses (Arsenal, Chelsea, Tottenham, Liverpool, Manchester City, Manchester United), três espanhóis (Real Madrid, Barcelona, Atlético de Madrid) e três italianos (Juventus, Milan, Inter de Milão). “O modelo desportivo europeu é uma abordagem única (...) fundada na abertura de uma competição leal que prioriza o mérito desportivo. Esse modelo está agora ameaçado (...) face ao desafio de uma abordagem puramente orientada para o lucro ", lamentou.

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