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14/12/2025

São Paulo nega irregularidades no uso de Mounjaro e cita tratamentos individualizados

O São Paulo se manifestou oficialmente após a divulgação de uma reportagem do UOL que apontava o uso da caneta emagrecedora Mounjaro em dois jogadores do elenco principal como um dos fatores de tensão interna no departamento médico.
Segundo a reportagem, a prescrição do medicamento teria sido feita pelo nutrólogo Eduardo Rauen, especialista em medicina esportiva que acompanha casos pontuais no SuperCT e mantém consultório particular na região do Cidade Jardim, em São Paulo. 
A recomendação, contudo, não teria sido comunicada a parte dos médicos do clube, o que alimentou a crise interna, marcada pela disputa de espaço entre o TecFut, laboratório comandado por Rauen e contratado para atuar no CT da Barra Funda, e membros mais antigos do departamento.
A diretoria tricolor, porém, rechaçou que tenha havido uso irregular ou disseminado do medicamento e chamou de “falsa polêmica” a associação entre o Mounjaro e o elevado número de lesões no elenco. 
Em nota enviada à imprensa, o clube afirmou que apenas dois atletas receberam a prescrição, de forma pontual e após avaliações clínicas individualizadas.
“Foram realizados tratamentos médicos individualizados, indicados de forma pontual após avaliações clínicas criteriosas em apenas dois atletas do time profissional, e não de maneira generalizada, contínua e indiscriminada. Sendo, no mínimo, desonesto apontar a medicação como motivo do alto número de lesões na temporada”, destacou o comunicado.
O São Paulo também ressaltou que o Mounjaro, medicamento à base de tirzepatida, originalmente desenvolvido para diabetes tipo 2 e obesidade, possui aprovação da Anvisa e é fabricado pela farmacêutica Eli Lilly, uma das maiores do mundo. 
O clube afirmou que não há qualquer irregularidade no uso, desde que prescrito e acompanhado por profissional habilitado, como teria ocorrido nos casos mencionados.
O clube reforçou que “preza pela saúde de seus atletas em todas as categorias” e assegurou que todas as práticas médicas, sejam de consultores, prestadores ou colaboradores, seguem as normas éticas e legais vigentes.

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