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CARTA DO LEITOR

17/05/2020

HISTÓRIAS DA VIDA 

Para aqueles que possuem boa memória e ainda tem o privilégio de caminhar pela vida, deve se recordar da antiga Penápolis, quando grande parte da cidade não havia um palmo de asfalto e os poucos semáforos existentes serviam para que os animais que puxavam as charretes respeitassem a sinalização. Pela manhã era rotineiro umas carrocinhas circularem pelos bairros onde transportavam pães quentinhos, e a cada grito dos clientes o entregador saltava da carrocinha, quando abria a tampa daquele “caixote” o cheiro dos pães davam água na boca. Era também muito comum outro senhor que conduzia outra carroça, passar uma vez por semana vendendo miúdos de boi. Recordo-me que no já distante ano de 1956 quando saímos do Bairro Araponga e nos mudamos para o Bairro de Fátima, estranhei muito a maneira de vida, até porque na roça não havia cerca e nem divisória, e quando queríamos degustar frutas dos quintais dos vizinhos não havia problema algum, porém, quando fomos morar no Bairro de Fátima, na Rua Goíás, um vizinho possuía no quintal dele um pé de cajueiro bem carregado de frutos maduros, eu acreditando que o sistema fosse o mesmo da roça, subi no pé de caju para apanhar alguns frutos e não é que o proprietário apareceu? Se alguém me perguntar como fiz para descer daquele pé de caju com tanta rapidez, confesso que até hoje não saberia responder. Hoje os tempos mudaram, mudaram-se os costumes, o mundo mudou, porém, se alguém me perguntar algo sobre a diferença do presente e o passado, minha resposta seria: “Éramos felizes e não sabíamos”.

Virgílio Melhado Passoni, Jandaia do Sul/PR, por e-mail

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