CADERNOS
VÍDEOS
CLIMA
fale com o DIÁRIO
+55 (18) 3652.4593
Assuntos gerais: info@diariodepenapolis.com.br
ARTIGOS
31/05/2025
Dormir bem: a sorte grande
Há muita gente que não consegue dormir bem. O sono é um recondicionador das condições mais saudáveis para a qualidade de vida dos humanos. Padecer de insônia é um ônus difícil de suportar. Mas é mal que acomete milhões de pessoas.
Consumir remédios que induzam ao sono é uma prática rotineira e crescente. Mas sempre há quem diga que isso vicia. Então, procurar outras fórmulas de entrega de corpo e mente a Morfeu, é uma tentativa recorrente.
O médico Joe Whittington desenvolveu uma técnica aparentemente interessante. Chama-se “baralho cognitivo”. É um exercício mental consistente em focar a mente em palavras sem associação entre si, como forma de sinalizar ao cérebro que é hora de dormir.
Propõe ele se eleja uma palavra aleatória. Plutão, por exemplo. Em seguida, pensar em quantas palavras podem ser lembradas que comecem com “P”, a letra inicial. Encerrada essa etapa, ir para a segunda letra: “L”. quantos os verbetes que começam com “L” que eu consigo recordar e pronunciar mentalmente?
Dizem que isso funciona. O bom é tentar visualizar cada palavra. Antigamente, dizia-se que uma receita seria imaginar carneirinhos pulando uma cerca e contar quantos eram. Para mim, isso nunca funcionou.
Aprendi, quando criança, que Dom Bosco, o educador santificado que criou a Ordem Salesiana, ensinava seus alunos a encontrar o sono repousante. Bastava pedir em oração a Nossa Senhora, que o ajudasse a dormir, pois no dia seguinte haveria muito trabalho para vencer. E para merecer essa benção, oferecer a ela um ramalhete composto de mil Ave Marias. Acreditava-se que, ao final de uma dezena dessa conhecida prece recitada de cor pelos católicos, o sono chegaria sem que o promitente percebesse.
Ouvir música repousante, ler duas páginas de filosofia, tentar um relaxamento a partir da imaginação de um fio imobilizador que percorre o corpo todo, aquietando os nervos e desacelerando a tensão, tudo isso é válido e pode ser tentado.
Há quem durma fácil e tranquilamente. Dizem que são os que têm a consciência tranquila. Já os que não conseguem dormir, seria o contrário... A conferir!
(*) José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Secretário-Executivo das Mudanças Climáticas de São Paulo.
José Renato Nalini (*)
- Lei nova, pena maior: furto, roubo e latrocínio mudaram
- A saúde integral do trabalhador: uma obrigação empresarial inadiável!
- Analisando os gastos públicos federais em 2026
- Dia das mães, na Música Sertaneja
- A nova regra do banco central obriga bancos a devolverem Pix em até 11 dias
- Para os trabalhadores, a eleição deveria ser anual
- Música Sertaneja: Zilo e Zalo
- O Direito reconhece o vínculo com os animais
- 24 de Abril - Genocídio Armênio
- Animal de estimação, família ou mobília?
- A perspectiva errada da aposentadoria especial
- Música Sertaneja: compositor Arlindo Pinto
- O preço do silêncio: quando a obrigação resiste ao desemprego
- FUNEPE: Seis décadas transformando vidas por meio da educação
Imagens da semana
© Copyright 2026 - A.L. DE ALMEIDA EDITORA O JORNAL. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução parcial ou total do material contido nesse site.














