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10/05/2019
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A reforma da previdência está prevalecendo sobre tudo o que ocorre neste momento no Brasil.
Há muita gente falando muito. O projeto foi elaborado pelo Ministro da Fazenda (se é assim que ainda se chama). Homem de formação máxima, na Universidade de Chicago.
Talvez por isso não esteja tão próximo da realidade.
Há estudos e, principalmente, opiniões de todo lado.
Como se trata apenas de opinião, temo que em pouco tempo haverá uma nova reforma da previdência.
É tudo como funciona a casa de qualquer cidadão.
Gasta-se o que se ganha ou recebe.
Então, como opinião simplória, vejo que reforma política e tributária deveria anteceder a reforma da previdência.
É muito simples quando a imprensa noticia, pelo IBGE, que em 2 anos 10 milhões e 200 mil pessoas passaram a trabalhar sem ganhar, sendo que 25% produzem o próprio alimento.
E como a tecnologia vem se desenvolvendo a tal ponto que uma inovação está sendo superada rapidamente por outra reduzindo a necessidade da presença do homem conclui-se que a arrecadação diminuirá constantemente. Logo não haverá receita novamente.
Soma-se que, por isso, o desemprego cresce sempre, alcançando agora 13 milhões e 400 mil.
Enquanto isso vem um cidadão do governo dizer na imprensa que há necessidade de extinguir a integralidade das aposentadorias dizendo que o governo não tem condições de pagar por 20 ou 30 anos aposentadorias de 30 mil reais por mês.
Brincalhão esse cidadão do governo o Estado de São Paulo depois de 2014 reajustou os salários dos servidores públicos estaduais em 3,5%. Isto não já é uma reforma?
E quem ganha aposentadorias de 30 mil reais são pessoas do poder legislativo e judiciário que é minoria.
Lojas fecharão as portas pela facilidade de compra pela internet.
Bancos já reduzem muito o número de funcionários. Os aplicativos prevalecem.
Até mercados não terão mais caixas para a passagem e pagamento das mercadorias.
Desemprego e menos arrecadação.
Corremos o risco de uma guerra pela comida tal o número de pessoas desempregadas e “desnecessárias”.
Ai nem dinheiro para ser livremente manipulado por alguns haverá.
A tecnologia se não for orientada provocará uma guerra inusitada, causada pela fome.
É difícil acreditar que logo teremos S! da população de pessoas “desnecessárias”.
Viva dia do Trabalho!
(*) Vanir Cavicchioli é penapolense e ex Diretor das EE Marcos Trench e Augusto Pereira de Moraes, ex Supervisor de Ensino na DRE de Penápolis, ex Professor e ex Diretor da FFCL de Penápolis, ex Supervisor de Ensino na DER Lins. Escreve toda sexta-feira para o DIÁRIO DE PENÁPOLIS. E-mail: vanir-cavicchioli@bol.com.br
Vanir Cavicchioli (*)
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